terça-feira, 15 de junho de 2010

Quando A virou D

A umas semanas atrás, eu não estava tão ansiosa com essa prova mas quando vi que estava chegando perto a ansiedade me consumia. Minha prova seria no domingo, quando foi de sexta para sábado passei a madrugada com febre.
No domingo, eu estava tranquila, achei a prova com alguns questões meio óbvias, revisei várias vezes, acabei mudando bastante coisa. Quando cheguei em casa, tempo depois o resultado saiu, ai a frustração ... antes de revisar a prova eu estava com conceito A, após revisar cai pra D ( 17 questões que voltei atrás, estavam certas ), eu não sabia se ria ou chorava ... Por eu não confiar em mim mesma me dei mal :/ Não consiguia depois disso pensar em nada que não fosse isso, sabe o pior que você tirar nota baixa por não saber nada é saber e não confiar em si mesmo. Me senti melhor após conversar com a minha mãe, depois de uma crise de choro e muito desabafo, hoje quarta feira eu me sinto melhor e mais aliviada e pronta pra próxima prova, nada vai me impedir de chegar aonde eu quero, nada, sei que as vezes posso cair mas eu sou forte e vou levantar todas as vezes que for preciso!

O que eu aprendi com tudo isso:

1) Tá na hora de passar a confiar mais em mim, e deixar a insegurança pra trás.
2) Nas próximas provas como língua estrangeiro, minha escolha é espanhol, é mil vezes mais fácil.
3) Nada que acontece é por acaso!
4) Quem acredita, sempre alcança.

É isso, e que venha o A, pra ficar :D

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Anacrônico

Ontem estava escutando músicas do meu media player. Tenho tantas músicas lá que confesso que tem algumas que nunca escutei toda mudo logo de música. Mas ontem eu estava afim de escutar Pitty, pesquisei todas as músicas dela. E a primeira a tocar foi Anacrônico, e confesso nunca tinha realmente prestado atenção na letra, e tipo a letra é tão o que eu to vivendo sl . Por isso é bom prestar atenção na mensagem que uma música ou um texto quer passar para você. As vezes eles falam por você, fikdik xoxo

É claro que somos as mesmas pessoas
Mas pare e perceba como o seu dia-a-dia mudou
Mudaram os horários, hábitos, lugares
Inclusive as pessoas ao redor
São outros rostos, outras vozes
Interagindo e modificando você
E aí surgem novos valores,
Vindos de outras vontades,
Outras situações
Em outras circunstâncias,
Entre uma e outra as vezes
Se vêem os mesmos defeitos,
Todas aquelas marcas
Do jeito de cada um
Outro ciclo em diferentes fases
Vivendo de outra forma,
Com outros interesses,
Outras ambições mais fortes,
Somadas com as anteriores
Mudança de prioridades,
Mudança de direção


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

O poder das PALAVRAS

 Quem já não ouviu a seguinte frase: " As vezes palavras machucam bem mais que um tapa."  Posso dizer que acredito nessa frase, realmente certas palavras machucam bem mais.
 Se pararmos para pensar as palavras tem grande poder em nossas vidas. Muitas vezes palavras ditas ou escritas podem mudar o rumo de uma vida.

 Exemplos:

 - Você está fazendo uma prova super importante mas acaba confundindo uma palavra, e acaba perdendo pontos da questão; o cara ao seu lado tinha certeza de qual era a palavra e acaba ganhando toda a questão. No fim você descobre que por 0,2 a menos por causa daquela bendita palavra, você perdeu a sua vaga para aquele  cara que lembrou qual era a palavra.

 - Você ouve pessoas dizendo que seu namorado (a) esta no shopping com uma (um) garota (o) andando e rindo com ela (ele) sem se importar de quem via ou não. Uns dizem que viram um beijo, outros que vriam um abraço. Você não sabe em que acreditar e com a cabeça quente vai tirar a história a limpo. E lá estava ele (ela) com aquela (aquele) garota(o), você nem dá tempo dele(dela) se explicar e diz que não o(a) ama mais e que tem outro(a) e vai embora. Algumas horas depois ele(ela) aparece e diz que aquela(aquele)  é prima(o) dele (dela), quase uma (um) irmã(õ) que eles praticamente cresceram juntos. Você tenta se explicar mas ele(ela) não quer mais te ouvir.

 Esta vendo como algumas palavras fazem a diferença? Com uma palavra você adiou um sonho e com algumas palavras, você perdeu aquele(a) que podia ser o grande amor da sua vida.
 Palavras, palavras a todo tempo, a cada segundo. O mundo gira em torno das palavras. Com uma boa lábia você as vezes pode ganhar o mundo, já sem, você pode perder ou até mesmo não ter a chance de saber " eu perdi mas eu tentei. "
 O que deveriamos ter mais medo, de palavras ou de uma guerra? Se pararmos para pensar, a guerra só começa porque alguém deu uma ordem para que ela aconteça.
 Se analisarmos, palavras tem um forte poder de impacto no mundo, hoje, ontem e sempre!

Jeny Cavalcante

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

10 coisas que odeio em você

Odeio quando mente .
Odeio quando me magoa .
Odeio quando me faz chorar .
Odeio quando me ilude .
Odeio sua arrogância .
Odeio quando me faz sentir criança .
Odeio quando me deixa sem graça .
Odeio não tirar você da minha cabeça .
Odeio não conseguir te odiar por uma hora , por um minuto , por um segundo .
Odeio te amar 

Baseado no filme 10 coisas que odeio em você, fiz quando tinha uns 13 ou 14 anos.

Jeny Cavalcante

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Ser diferente faz a diferença

 Hoje em dia as pessoas vivem em um dilema: o que é normal e o que é anormal? O normal para um pode ser o anormal para outros e vice versa. Em alguns casos ser diferente é anormal.
 Se um jovem se veste de preto num calor de 50ºC ele é considerado anormal. Mas quem dita o tão qual uma pessoa é normal? A resposta é facíl, quem dita quem é normal ou não, é a sociedade.
 Quando se tem um pensamento diferente dos outros você é o anormal, se você rir de tudo é considerado anormal. O que torna uma pessoa normal? Ser padrão, uma pessoa igual a mil outras. Mas quem quer ser só mais um no meio de mil? É aí que surgem os chamados anormais.
 Não sonhar, ter pensamentos no lugar, é lucidez. Dizer o que ver, o que sonha, acredita, é loucura. Se vivemos num país livre porque muitos sonhos são considerados loucura? Ser sério o tempo todo não deveria ser considerado loucura?
 Concluímos que a sociedade ainda não é lúcida para diferenciar o normal ou anormal. A única pessoa que pode dizer se você é normal ou não é você mesmo e ninguém mais. A loucura não seria uma desculpa dos sãos por serem anormais demais sendo sãos?!

Jenyffer Cavalcante

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Não tem mistério, não tem segredo, deixa o tempo revelar, não leve a sério se existe medo, deixa o coração falar ...

sábado, 30 de janeiro de 2010

Eu detesto o jeito dele, mas pensando bem: ele fecha com meus sonhos como ninguem ♪

O contrário de AMOR

O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.

O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.

Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.

Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.
Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.

Martha Medeiros 

Saudade ...

Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, dóem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade.
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Dóem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.

Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.

Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.

Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer.


 Martha Medeiros - A dor que dói mais
             

sábado, 23 de janeiro de 2010

The Vampires Diaries

To viciada ao extremo na série! A adaptação é ótima [/ e tipo, é dificil eu gostar de adaptações] cada episodio você fica com um q de quero mais ç.ç Recomendo! E recomendo os livros da série [/por Lisa Jane Smith ] que são ótimos, paixão total pelo livro e série comolidar // Só to meio com raiva do sbt passar a série, pff a dublagem é uma droga, e acaba virando modinha ¬¬ odeio isso mas por outro lado é bom pra série, o duvida cruel hm. mas eu vou continuar assistindo pela tv fechada mesmo e baixando da net, prefiro legendado mesmo, fatão! Pra quem não conhece a história, é sobre dois vampiros apaixonadas pela mesma mulher[/humana], e além de tudo são irmãos. Um ! " bom " e um " mal " ela fica meio que atraída pelos dois mas o seu amor por Stefan é maior do que a grande atração por Damon. Se me perguntassem quem eu escolheria, eu diria: os dois! akoaksokoskaoskaoksoa ueh :B Todo mundo tem uma certa quedinha pelo cara mal hoho (6) É como dizem: " Você flerta com o cara mal mas é com o bonzinho que você casa! " hm.